segunda-feira, 3 de maio de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
::: ANALISANDO O MISTÉRIO #4 - A FÊMEA-ALFA :::
Postado por IA SANTOS às 10:55 8 comentários
Marcadores: Analisando o Mistério, Relacionamento
Artigos Relacionados:quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Analisando o Mistério #3 - Barba: Ter ou não Ter?

Engraçado. Quando meio veio à mente a idéia de falar sobre este que é um assunto que causa tanta discórdia no universo feminino eu pensei: “por que eu ainda não havia levantado essa lebre no Ordem?” Quem me conhece sabe o quanto oscilo entre ter ou não ter barba - embora há muito já tenha deixado de ser apenas uma questão de peackoing* - então seria natural que falasse do assunto em “outros tempos”. Às vezes quase sempre me surpreendo com a forma como as coisas acontecem na minha cabeça...Mas vamos ao que importa?
Qual a sua opinião sobre a barba?
* peackoing é um termo em inglês para o termo “pavonear” que seria um artifício utilizado para atrair o sexo oposto tal como faz o pavão com sua plumagem. Este artifício pode ser qualquer coisa desde um acessório diferenciado, corte de cabelo e até mesmo uma barba!
Como eu disse lá em cima, a barba é motivo de discussão no universo feminino. Óbvio que eu nunca anotei, fiz gráfico ou nada disso, mas o meu “desconfiômetro” me diz que a balança está bem equilibrada quando o assunto é gostar ou não de homem de barba. Inclusive já ouvi até mulheres que gostam da aparência do homem de barba, mas não apreciam o contato com a pele. Daí já se tem idéia do quanto o assunto é cabível de discussão.
Então o debate sobre barba passa por dois pontos: Aparência e Contato.
Tenho impressão de que para as mulheres, a barba exala um “quê” de dominação, de segurança, força, até mesmo confiança. No entanto, esse meu ponto de vista não passa de especulação. Seria necessário um aprofundamento maior para chegar a algo mais concreto. Por exemplo: todo homem de barba denota este aspecto dominador? Um homem sem barba pode ter cara de cafajeste?
Note, porém, que a discussão até aqui aborda somente a aparência. É obvio que o fato de ter ou não barba pouco influenciará na verdadeira personalidade de alguém, embora influencie sim na imagem que passa. Talvez menos que o olhar ou a linguagem corporal, mas influencia...Me veio à mente agora algo relevante: homens que deixam a barba crescer o fazem por terem, inconscientemente, um potencial para a dominação e por isso cultivam algo tão característico ou deixam a barba crescer para parecerem mais dominadores, ainda que não o sejam?
Essas eu deixo pra você me dizer.
Falemos então do toque...Por motivos óbvios eu não poderei me aprofundar nessa questão (não, eu não iria gostar definitivamente de uma barba roçando no meu pescoço...). Mas nem por isso vou deixar de dar minha opinião, mesmo superficial. Deixando de lado qualquer possibilidade de me defender de galhofas futuras, eu realmente acho que, na posição de mulher, eu não iria apreciar muito o toque da barba, principalmente as ditas “por fazer”, que são o tipo de barba que costuma chamar mais atenção das mulheres no que tange a aparência. Ela é áspera e muito provavelmente incomoda ao toque, além de possivelmente machucar dependendo da intensidade do contato. No entanto eu conheço quem descorde totalmente de mim. E não são poucas. Portanto, a polêmica ainda reside na questão do toque, além da aparência.
Sendo assim, a discussão a cerca da barba parece se tornar ainda mais polêmica. Pra você, um homem deve ou não deve ter barba? Por causa da aparência ou do toque? Vale a pena agüentar um em detrimento do outro?
Não deixe de opinar! Não me faça botar as barbas de molho...
I.A.
Postado por IA SANTOS às 14:09 7 comentários
Marcadores: Analisando o Mistério, Conversa, Relacionamento
Artigos Relacionados:quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Analisando o Mistério #2 - Possíveis Origens do Cafajeste
Essa semana eu ouvi um lance interessante na faculdade que me fez refletir. Um professor comentou que não emprestava seus livros e por isso muitas vezes acabava sendo antipatizado por alguns alunos. Como argumento, disse que seus livros eram ferramentas de trabalho, tal e coisa, e que via muitos professores ficando malucos por não lembrarem a quem emprestou os livros, que não devolviam, etc. E então mandou a máxima:
“Ora, você pode até me dizer que vai me devolver. Que não é como os outros. Mas como EU vou saber disso se todos os alunos que me pedem os livros falam a mesma coisa?” E ainda emendou “nunca um aluno me pediu um livro emprestado dizendo que não ia devolver e que eu seria muito babaca de emprestar...” Sadismo garantindo ou seu dinheiro de volta.
Peço que reflita um pouco sobre o ponto de vista deste professor. Refletiu? Ótimo.
Uma vez um cara disse que por trás de todo bom cafajeste tem uma decepção amorosa. Apesar de achar que existem tipos distintos de cafajeste, eu concordo bastante com a afirmação. Se você não tem como conhecer as pessoas ao seu redor, acaba lhe restando apenas criar mecanismos de defesas contra decepções. E para muitos, por motivos variados que vão desde a criação até o peso da decepção sofrida, a melhor defesa é o ataque. Acabam por ferir antes de serem feridos.
Acha que não é pra tanto? Dá só uma olhada aqui.
Pausa aqui: apesar do texto de referência ter sido o caso de uma mulher e o termo “cafajeste” ser aplicado na grande maioria das vezes para homens, a divergência sexual aqui não é aplicada. Quer ver?
Note, no entanto, senhoras e senhores, que não pretendo com isso legitimar atitudes nefastas para com o próximo sob o subterfúgio de uma situação de decepção prévia, mas alertar sobre como tais situações podem transformar (ou distorcer) severamente a maneira como alguns encaram o mundo. Se mudam para melhor ou para pior? Não sei dizer. Mas dificilmente emprestarão livros...
Sacou? Então diz aí: você já sofreu uma decepção amorosa? Como passou a encarar suas relações depois dela?
Até Breve!
I.A. (salvo por Deus e por uma conversa no MSN)
Postado por IA SANTOS às 11:51 1 comentários
Marcadores: Analisando o Mistério, Reflexão, Relacionamento
Artigos Relacionados:terça-feira, 25 de novembro de 2008
Analisando o Mistério #1 - A Regra dos 3 Segundos
Meu leitor mais regular já deve ter percebido o meu apreço por interações sociais. Mais especificamente às que permeiam ambientes descontraídos, de costumeira badalação e flerte.
Desde cedo (ou talvez não) tive interesse pelo assunto. Não por uma corrida armamentista interna que me projetava invariavelmente ao máximo de conquistas possíveis, mas por um notório interesse particular pelo “Jogo”. Gosto de chegar em um ambiente de pessoas desconhecidas e... Conhecê-las. Trocar olhares, rir, conversar sem compromisso, descobrir segredos...Enfim, socializar, no sentindo mais usual do termo. Encaro isso como um jogo, e, como todo jogo tem regras (que podem ser quebradas, é claro), tentei entendê-las. O típico caso de prática que levou à teoria.
Provavelmente é do seu conhecimento que vários autores já escreveram sobre interações sociais. No entanto, um indivíduo chamado “Mystery” é uma das maiores referencias quando o assunto é magnetismo pessoal. O livro “Mystery Method – Manual de Artes Venusianas” tem como objetivo ajudar o leitor a se tornar um conquistador; não só do sexo oposto (embora enfatize o assunto), mas um conquistador do ambiente e, principalmente de si mesmo, quando oferece diversos conselhos que vão desde segurança e auto-estima até dicas de postura, vestuário e entonação de voz.
Assim sendo, na nova coluna do blog - Analisando o Mistério – abordarei algumas técnicas apresentadas no MAV com objetivo de discutir com o leitor os possíveis pontos de vista a cerca das mesmas a fim de enquadrá-las em nossa realidade(ou diversas realidades se tratando de Brasil) ao mesmo tempo que elas podem ser do proveito de quem ainda não as conhece...
Aos estudiosos do assunto que defendem a não divulgação dos “segredos de Mystery”, minhas sinceras desculpas, mas a premissa fundamentalmente capitalista que diz que se não há concorrência não há aprimoramento cai como uma luva na arte da interação social.
A Regra dos 3 Segundos
Apesar do nome, a regra não enfatiza exatamente os 3 segundos. Ela sugere que você não demore tempo demais analisando o local de encontro (bares, restaurantes, clubes, etc) antes de aproximar-se de um grupo desconhecido. A regra é bastante útil basicamente por dois motivos: faz com que você tome a iniciativa de se aproximar antes de ficar intimidado(a) e evita que as pessoas do mesmo ambiente te vejam como um(a) predador(a) que analisa o território antes de abater a caça previamente escolhida. Se isso acontecer o grupo alvo provavelmente se tornará mais resistente à sua aproximação.
A abordagem dos 3 segundos prevê que se tenha em mente o que Mystery chama de “rotinas”- que na prática é o mesmo que assuntos pré-determinados - para que se tenha controle da situação e não se corra o risco de entrar em um grupo sem ter o que falar. Particularmente acho que rotinas prontas podem até ajudar, mas o lance é visualizar um detalhe que possa destacar o grupo (ou uma pessoa especifica) e começar por alí. Isso dará mais espontaneidade à abordagem e te deixará mais à vontade.
Falando em à vontade é sempre bom lembrar que o conforto é fundamental, pois gera descontração que por sua vez gera o sorriso. É bom sorrir e fazer as pessoas rirem, desde que seja de forma natural. Se for usar piadas, prefira as inteligentes e rápidas. Se for de improviso, melhor ainda - Se amanha você for à praia com estes anéis pesados nos dedos me avise para eu ir com camiseta vermelha, pois com certeza você vai precisar de um salva-vida... Perdoem-me os patriotas, mas as comédias americanas de meia-hora são ótimas inspirações para piadas improvisadas.
Durante a abordagem é importante não fazer elogios rasgados a um alvo especifico. Melhor ainda se você não estiver um alvo inicialmente. O primeiro objetivo é conhecer as pessoas, tornar-se atraente por ser naturalmente agradável, e não “sair pegando”. É permitido, no entanto, fazer uso de negativas (negs) que são basicamente pequenos “foras” que você direciona a alguém do grupo que esteja indiferente ou hostil à sua presença, principalmente se ele(a) for esteticamente mais atraente que os outros no grupo. Isso aumenta seu magnetismo pessoal, pois o grupo terá a impressão que você não está ali para bajular seja quem for. No caso das mulheres, que estão acostumadas a serem bajuladas demais neste tipo de ambiente, será uma surpresa agradável. Importante, no entanto, é não ser rude e sempre manter o bom-humor, principalmente nas negs – Ela é sempre mal-humorada assim ou só a cerveja dela veio quente?
Outra coisa importante na Regra dos 3 Segundos são as Pistas Falsas de Tempo. Dê sempre a impressão que você não irá demorar ali. Que está só de passagem. O grupo deve estar seguro de que você não é um chato que ficará a noite inteira ali perturbando. E você realmente não estará, a não ser que o convite venha do próprio grupo – O papo está bom, mas tenho que encontrar meus amigos ali na frente. Pela hora eles já deram parte na polícia pelo meu desaparecimento. Foi um prazer, pessoal.
A Regra na Prática
Abaixo, algumas maneiras de se aproximar de um grupo desconhecido de maneira agradável e sem “levantar suspeitas”. Lembre-se: uma boa energia, humor e espontaneidade são fundamentais. Mude, adapte, crie. Seja original!
- “Você pode me dizer o que tem no copo? Não mata na primeira dose não né?”
- “A cadeira está ocupada? Ótimo estava precisando mesmo sentar...E então, qual é o assunto?”
- “Pode tirar uma foto nossa? Enquadra no(a) que você achar mais bonito(a), ok?”
- “Qual dessas fotos é melhor pra gente colocar no orkut?”
- “Qual de vocês levou mais cantadas até agora? É que a gente fez uma aposta e...”
- “Falem a verdade gente, o que tem de errado com a minha roupa?”
- “Sejam sincero(a)s. Qual daquelas pessoas ali, incluindo eu, tem mais chances de ficar com alguém esta noite? Porque?
- “Responda rápido: o que é pior, flagrar uma traição ou ser flagrado? Por que acha isso”
Bom, agora o(s)s senhore(a)s, já sabem têm idéia de como se aproximar de grupos desconhecidos em qualquer ambiente social. Aproveitem e aguardem pelos próximos “Analisando o Mistério” neste mesmo canal.
Divirtam-se!!
Uma versão .pdf do livro Mystery Method – O Manual de Artes Venusianas pode ser encontrado para download gratuito aqui.
Postado por IA SANTOS às 19:05 4 comentários
Marcadores: Analisando o Mistério, Relacionamento
Artigos Relacionados:

